Archive for the ‘Reviews’ Category

Firefox 4.0 pre-beta released

Sunday, July 4th, 2010

Lifehacker shown a screenshot of the new Firefox 4.0 pre-beta for Windows. Here it is (Mozilla names Firefox beta versions “Minefield”):

Nice, isn’t it? So, I downloaded the new beta for Linux, and it looks like the screenshot below. I had to set the tabs to be on top; Windows version brings this for default (at least the one that I installed using Wine).

Firefox 4.0 pre-beta on Linux

Compare. The screenshot below is Firefox 3.6.4.

Firefox 3.6.4 on Linux

It’s a little far from the mockups of Firefox for Linux at Mozilla’s site. I hope I can see it soon. :)

Haiku OS R1 alpha 2

Monday, June 28th, 2010

I’ve been reading about Haiku OS for some years. Haiku is an operating system inspired by the extinct BeOS, and for me it’s like an Unix clone with a good and clean interface, like Mac OS, but free.

Some months ago its developers released their first alpha, that I’ve already talked about and shown some screenshots. Some days ago they released a new version, Haiku R1 alpha 2. The interface is even better than before and the new features are great. My favourite one is WebPositive, a WebKit-based browser:

WebPositive

I maximised the WebPositive window and its menubar became like a Mac OS apllication menubar:

WebPositive's menubar

Something I didn’t notice in the latest release: Haiku has support for desktop applets. And OpenGL support is already there too:

Haiku Desktop

Why I chose Qt

Thursday, May 13th, 2010

A few months ago, I planned to learn some graphic toolkit. As a GNOME user, GTK was my natural choice. Although I’m a Python lover, I chose C++ because I just wanted to learn a new language and stop being afraid of pointers. So I started to read the gtkmm documentation, like tutorials and API, and to program a simple music player. I was learning gtkmm and it all seemed okay.

But I read a little about Qt and, after talking with some friends about the pros and cons of GTK and Qt, I decided to do with Qt the same things that I’ve already done with GTK up to that point. So I would know what choice was better for me. Notice that I’m not saying that Qt is better for everybody and that GTK must die, but that Qt looked better for me and my personal project. After this disclaimer, and can tell my reasons:

  • Look & feel. I’m a look&feel fanatic, and sometimes I move from GNOME to KDE only to check its new features. But I hate how GTK applications look in KDE. You can use gtk-qt-engine, but you’ll still notice the differences. You can set GTK to use the excellent QtCurve theme, that have identical versions to Qt and GTK, but you’ll get tied to a theme. But look what you have if you run a Qt application in GNOME (gedit is a GTK-based application and Picard is a Qt-based application):

    Thanks to QGtkStyle, Qt applications detect if you are in GNOME and your Qt application gets an almost perfect GTK look & feel. And yeah, it includes open and save dialogs.
  • Documentation. Qt has a very, very rich and well-organised documentation, with tutorials, API references, and examples. gtkmm also have all these items, but they didn’t look very friendly to me. And the documentation of Qt 4.7, still in development, will be even better.
  • A simple, but good IDE. A good programmer must not be dependent on IDEs, but they really help you. I tried to use Anjuta (unstable sometimes), MonoDevelop (very good for .NET platform, but not a good IDE for C/C++ development) and Netbeans as IDE when I was using gtkmm, and I was not satisfied with them. But Qt has its official IDE, Qt Creator:

    Qt Creator is clean, simple, and complete. It has quick access to documentation, breakpoints, project configuration, native support for CVS, Subversion and Git, good code completion, a good GUI designer (like the GTK’s Glade), among other features.
  • Runs well on many platforms. Qt is smart enough to run well – and with native look & feel, I really like this – in Linux, Mac, Windows, and others.

But Qt still has some cons:

  • Users should have it installed to run Qt applications, and this is not very usual in Linux environments based on GNOME, neither on Windows systems.
  • Qt is free only if you’re using it in a free project. For commercial applications, you must obtain a commercial Qt licenceUpdate: this is not exactly a con. You still can use Qt under LGPL in commercial applications, but if you make any change to Qt you must publish them or purchase a commercial Qt licence (thanks, krok, for the comment).

If you’re beginning to learn to program for graphical environments or you’re looking for a good graphical library to use in your project, you really should give Qt a try, implement some examples and feel which option is better for you.


GNOME 2.30

Friday, April 2nd, 2010

O GNOME 2.30 foi lançado nesse 1º de abril, e os pacotes rapidamente foram disponibilizados pro Arch Linux. :) Assim que atualizei o sistema, aproveitei pra conferir algumas das novidades. A maioria delas, na minha opinião, foram discretas.

Talvez a maior exceção seja o Nautilus, de interface renovada. Agora é possível dividir a visualização em duas, o que facilita muito a troca de arquivos entre dois locais diferentes. O Konqueror faz isso há alguns anos, e era uma funcionalidade que fazia falta no Nautilus.

Dois bugs que me enchiam o saco há algum tempo também parecem ter sido resolvidos. Ao usar dois monitores, alguns applets trocavam de lugar ao iniciar o GNOME e o papel de parede da área de trabalho era esticado entre os dois monitores. Agora o papel de parede é simplesmente replicado para os dois monitores.

Mais detalhes das mudanças na nova versão estão presentes no site do GNOME. Como todo mundo gosta de screenshots, aqui vai um da minha área de trabalho:

Computador de baixo custo para pequenas finalidades

Saturday, March 13th, 2010

De 2008 pra cá, aposentei meu desktop e meu notebook virou meu computador pessoal. O problema é que em algumas noites ele ficava ligado baixando coisas, o que não é legal para a vida útil de notebooks.

Pensando nisso, ressuscitei um antigo gabinete meu, um HD e uma placa de rede sem fio que arranjei com o Eduardo Falcão e Marcelo Pazzo, respectivamente, e mais algumas peças antigas. Para completar o kit, comprei uma placa-mãe Intel D945GCLF2D.

Essa placa-mãe traz um pequeno adicional: um processador Atom 1.6GHz 64 bits já instalado, e custa cerca de R$ 250 por aí. Não é o computador mais poderoso da atualidade (longe disso), mas para pequenas finalidades quebra um galhão.

A placa vem com 4 portas USB traseiras e suporta mais 4, um slot para memória RAM DDR2 de até 2GB, um slot PCI, placa de vídeo integrada Intel Graphics Accelerator 950 e uma placa de som HD 5.1 da Realtek. Ou seja: um ótimo custo/benefício.

Pro meu brinquedo novo, escolhi como sistema operacional o FreeBSD. Fazia tempo que eu queria aprender a mexer mais a fundo nele, mas faltava uma finalidade pra me incentivar. Até agora não consegui configurar a placa de rede sem fio, uma D-Link DWL-510. O jeito foi deixar o gabinete do lado do roteador.

Aguardem dicas de FreeBSD e gambiarras pra puxar torrent. :)

Delicious no Chrome

Monday, March 1st, 2010

Até pouco tempo atrás, quem queria usar Delicious no Google tinha que criar botões na barra de bookmarks com gambiarras em JavaScript. Agora temos uma extensão (não-oficial do Delicious) que já nos livra desse serviço.

No momento, ela só faz o que está descrito na figura: adiciona um novo bookmark no Delicious e mostra links para seus bookmarks e inbox do Delicious.

Não há integração dos bookmarks do Delicious com o Chrome, por exemplo. Como nunca gostei de misturar os bookmarks, achei suficiente: simples e funcional.

Transmission

Sunday, February 21st, 2010

Eu estava procurando, esses dias, um bom cliente para baixar torrents.  Queria um programa mais leve: eu estava usando o Vuze, mas para uma tarefa simplória de baixar torrents usar o Vuze é matar mosca com canhão, já que ele tem muito mais recursos do que eu realmente usava. O próprio site do Vuze já o descreve como “o mais poderoso cliente BitTorrent do mundo”, mas eu não precisava de tamanha munição.

Queria um programa que pudesse rodar em background e ser controlado de outro computador, assim eu poderia, por exemplo, pôr um torrent para baixar usando o computador do trabalho e encontrar os arquivos quando chegasse em casa. No meio dessa busca, o Silveira me sugeriu o Transmission, e também me mandou um artigo do Xisberto tratando do programa.

O Transmission pode rodar de várias maneiras: como daemon, assim que o serviço inicia, ou como um programa comum, com interface gráfica (Qt, GTK e Mac). As interfaces são simples, porém funcionais. Abaixo, o screenshot da interface em GTK:

Interface GTK do Transmission

Também há uma interface web que pode controlar o daemon ou o cliente gráfico que você estiver usando. A interface é similar à do cliente gráfico, e baseada no look & feel do Mac:

Interface web do Transmission

O site do Transmission possui uma seção de add-ons que vale a pena consultar. Há várias maneiras alternativas de controlar o Transmission à distância, e um porte do Transmission para Windows a caminho.

Lista de celulares com Linux

Saturday, January 30th, 2010

Tenho feito uma pesquisa de smartphones por aí, já que pretendo adquirir um celular um pouco melhor nas próximas semanas. Acabei me deparando com uma seção do site Linux for Devices apenas com telefones celulares equipados com Linux. A lista, que parece ser atualizada com frequência, contém fotos e reviews de cada aparelho, como o Nokia N900 (com Maemo) e Motorola Droid (com Android).

Análise do Haiku OS R1/alpha 1

Thursday, January 21st, 2010

Já faz um tempo que acompanho a trajetória do Haiku, o projeto que tenta fazer um clone livre e aberto do finado BeOS, sistema operacional encerrado quando a Be foi comprada pela Palm. Desde então, vários projetos surgiram para dar continuidade ao BeOS, dentre eles o OpenBeOS, que acabou se tornando o Haiku.

A primeira versão alfa do Haiku foi liberada em setembro, e há downloads disponíveis de imagens ISO e máquinas virtuais para VirtualBox e VMware. Para poder tomar conhecimento do procedimento de instalação, acabei baixando o ISO mesmo para testar no VirtualBox.

O procedimento de instalação é bastante enxuto, pelo menos por enquanto: há apenas um particionador e um botão para prosseguir.

O boot do Haiku é bastante rápido, mesmo numa VM. O desktop padrão traz atalhos pro HD e documentação na área de trabalho e a deskbar, que é onde temos o menu que nos permite acessar os aplicativos e configurações, além da barra de tarefas. A parte gráfica do sistema está bem trabalhada, com fontes TrueType suavizadas e look & feel confortável.

O Haiku já traz suporte nativo a teclado brasileiro ABNT2, sem a menor dor de cabeça para configurar:

Ele também já acompanha o Firefox, devidamente portado para o Haiku com o nome de BeZillaBrowser, para evitar problemas de branding com o Firefox. Infelizmente é uma versão quase jurássica, a 2.0.0.22pre. Mas vale lembrar que estamos numa versão alfa e nem todos os aplicativos são atualizados, alguns estão lá apenas para mostrar que eles existem e podem ser portados.

Mas aí vem aquele velho teste cheio de frescuras: o Haiku já roda Flash? As pessoas não podem viver sem o Youtube. Uma simples busca no Google e descobri que já há um porte do Gnash para o Haiku. Consegui instalá-lo e abrir um vídeo no Youtube. No entanto, conforme o site do porte informa, o som só funciona em alguns nightly builds, e não funciona na versão alfa que baixei para testar. De qualquer forma, já nos mostra um progresso no desenvolvimento do sistema para usuários finais.

Conclusão: essa versão alfa R1 do Haiku mostra um sistema operacional simples e promissor. Ele me lembra bastante o Mac OS: um Unix (embora o Haiku ainda não tenha suporte multiusuário) simples de usar, fácil de configurar e já integrado a uma interface gráfica. Já temos em progresso aplicações do KDE rodando no Haiku com look & feel nativo. Acredito que, em médio prazo, teremos mais um sistema amigável e cheio de aplicações para escolher.